Sítio em demo_lições constantes.
Escrito por Descompanhia Teatral
RIZOMA: Home » / / » NET PÓS?/Leonardo e H?/Encontro de deuses...
Poder da forma, deus em sua forma plena, pessoa foi atingida com um corpo, talvez se tivesse outro corpo aguentasse os fluxos e liberação de fluxos. Quem é deus ? Por que deus tem essa liberação ? Qual é o corpo de deus ? Por que a pessoa não tem o corpo de deus ? Por que deus não tem o corpo, o corpo da pessoa ? O que faz essa diferença? Por que ? Por que o corpo humano não consegue liberar e nem aguentar os fluxos ? Como suportar e direcionar, ter controle, fazer criação com fluxos ? Por que as pessoas conseguem se relacionar com a forma humana de Zeus? E como as pessoas vêem Zeus em sua forma humana ?

1=forma humana 2=forma humana = yes !!!

1=forma humana atingindo por#$%$¨%5= Força divina =1 frito

#$%$¨%5 =Força divina encontra #$%$¨%5=Força divina = ???

1= forma humana "corpo sem órgãos" atingido por #$%$¨%5 = Força divina =direcionamento de fluxos modificação Forma com intensidade...
...
"...E então Zeus a pedido de Sêmele apareceu diante da mesma em sua forma divina e a consumiu com o calor de seus trovões..."

Hoje, após nosso encontro, fui embora com o H, fomos conversando e depois paramos em um lugar quando me dei conta e me fiz a pergunta:”nossa, aqui estão duas pessoas discutindo o processo ou dois deuses discutindo a criação da realidade ?”

O H falava do NET de terça que eu não decorei o nome e eu falava da arrumação do espaço para a reunião pedagógica/arrumação da festa

Desabafei com o H que tenho extrema curiosidade de saber o que é tudo isso que estamos fazendo para cada um ? Às vezes, acho penso que a criação de realidade é apena um conceito a ser reconhecido (fico extremamente irritado com isso) pois me parece, às vezes, com o seguinte exemplo :

existe um discurso legitimado e existe um discurso marginal

o discurso legitimado diz que a cor do momento é branca e o discurso marginal diz “não, é preta” e como o discurso legitimado não consegue enxergar o preto, então, continua sendo a cor do momento o branco.

O discurso marginal discute discute discute faz umas formas e tal daí ponto, consegue com que o discurso legitimado enxergue o marginal. Parte-se da idéia que uma vez que enxergue exista, então, agora existe a cor branca e a cor preta

Agora uma vez que as pessoas saibam que existe essas duas cores e que existem outras mais, o discurso legitimado diz “nã nã nã ok que exista, a gente até admite, porém, aqui nessa realidade é assim, só se pode saber que existe a cor branca - mesmo sabendo que exista a preta ok pode até saber mas só pode existir roupa branca – então, o discurso marginal, agora já inclusive existente, não existe de fato pois foi totalmente assimilado, apaziguado pelo discurso legitimado, cria-se uma lei do silêncio, não no âmbito de uma pequena comunidade chamada Jd Etelvina mas em uma realidade toda.
O discurso marginal tem/teve um ato de resistência mas fico irritado quando vejo isso como resistência do mesmo pois me pergunto, então, se isso não é uma espécie de platonismo...
...
Já que, então, criamos um corpo sem órgãos para um dia ficarmos em paz com o corpo capitalista onde tudo acontece, há um milhão de conflitos e mesmo assim está tudo ótimo, não está acontecendo nada, obrigado

Vejo por um outro viés e concordo absolutamente com o H quando ele diz que o interessante é poder passear por todas essas realidades sem ficar preso a nenhuma. Sendo assim, a realidade que potencializa minha vida, eu posso passear sabendo que não vai ser harmônico e que o desvendamento será contínuo e que tudo não passa de uma brincadeira.
Uma vez que exista a realidade marginal e exista a realidade legitimada e cada uma basta por si, cada uma com sua intensidade, então, não haveria mais marginal e legitimada enquanto qualidade e sim como naturezas diferentes com conflitos não de oposição e sim de geração de energia, cada integrante de cada uma dessas realidades podem passear tanto pela realidade 1 ou pela 2 ou até mesmo gerar uma outra ou estar nas três, as possibilidades são infinitas.
Falamos também de uma tribo de índios que tinha uma outra percepção de realidade, acreditavam que ao passar por debaixo de um galho de árvore iriam morrer e quando passavam, de fato morriam. Então já começamos a falar onde a percepção de realidade determina o corpo do individuo e o afeta. Se o índio tivesse uma outra percepção além daquela da tribo será que ele morreria ? Será que se ele tivesse extrema curiosidade e o desejo de vida dele fosse passar por debaixo daquele galho mas, por conta de uma construção de realidade, ele não poderia? Então, se ele soubesse que é uma construção e soubesse que poderia brincar com isso, poderia passar por debaixo do galho sem que morresse.
Será que nosso...
...
...Nosso amigo H pode ser Jesus ? Não Jesus da bíblia mas Jesus enquanto forma, não ficando preso na mesma podendo, assim, passear por todas essas realidades, assimilando o que cada uma delas tem e resignificando ?
O quanto a forma é potente e qual a importância da forma ?
Se antes procurávamos ver as cenas enquanto formas e não como psicologismo, então, agora vemos a realidade enquanto forma sendo modificada a cada instante em necessidade de suprir nossa angústia ?
Por que precisamos da intermediação de uma forma já conhecida e segura, apaziguada entre um ser humano e outro, se nos relacionamos com a coisa e não com o outro ?
Qual é o corpo que precisamos para receber todos esses fluxos e transformarmos em uma obra ? Essa obra , o que seria essa obra: o outro ? eu ?

"...E então Zeus recolheu o coração do deus e o gestou até seu nascimento...destroçado por ordens de Hera,seu coração novamente foi salvo dessa vez colocado em uma poção que foi entregue a Perséfone em forma de uma romã e assim mais uma vez estava o vivo o deus Dioniso no mundo dos mortos se dirigindo a terra e passando pelo Olimpo..."
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